Franquia imobiliária chega ao CE
Recém-chegada ao Ceará, a rede de franquias imobiliárias Re/Max, o "McDonald´s imobiliário", aposta no crescimento do setor no Estado
16.02.2011| 01:30
Renato Teixeira é presidente da Re/Max (DIVULGAÇÃO)
Chega ao Ceará a marca internacional de concessão de franquia imobiliária Re/Max. A previsão de vendas de imóveis no Estado por escritório é entre R$ 3 milhões e R$ 4 milhões por mês, segundo o presidente da Re/Max Brasil, Renato Teixeira.
“Depois de ingressar na rede, saber operar o sistema e o empreendimento, a estimativa de rentabilidade em VGV (valor geral de vendas) bruto por mês é em torno de três e quatro milhões”, explica. O valor previsto em venda no mercado brasileiro para os próximos inço anos é de R$ 15 bilhões.
A franqueadora atua em 85 países e 16 estados brasileiros, incluindo o Ceará, desde ontem. O diretor comercial Apollo Scherer define a marca como o “McDonald’s imobiliário”. “Da mesma forma que o McDonald’s vende franquias no mundo todo para vender sanduíches, nós trabalhamos como imóveis”, diz.
A rede de franquias imobiliárias vende concessões para novos corretores que visam entrar no setor imobiliário e também faz migração de marcas já efetivadas para o modelo Re/Max. Para o diretor comercial Apollo Scherer, “optar pelo modelo de franquia já estabelecido no mercado é um negócio mais seguro e requer menor investimento’.
Renato Teixeira destaca que o mercado imobiliário local e nacional “ainda tem muita lenha pra queimar” e deve continuar crescendo nos próximos 15 anos. “O setor imobiliário viveu muitos anos em crise. Hoje não. Há grandes empresas se formando, corretores se especializando, e a categoria está se rejuvenescendo com ingresso de novos corretores”, afirma.
Na avaliação de Renato Teixeira, o Ceará deve crescer na mesma proporção que o Brasil nos próximos anos. “E o Ceará tem atributos que nem todos os estados proporcionam, que são as praias e clima que trazem muito o investidor de fora para o Ceará”, acrescenta.
O quê
ENTENDA A NOTÍCIA
A crise financeira mundial, que se arrasta desde 2008, teve início com a bolha no setor no imobiliário nos Estados Unidos. Desde então, empresas internacionais como a Re/Max voltaram os olhos para países como Brasil.
NÚMEROS
15
BILHÕES DE REAIS
É a estimativa de venda bruta da Re/Max no Brasil até o ano 2016.
André Teixeira
andretb@opovo.com.br
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